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Tânia Ribas de Oliveira defendeu José Carlos Malato

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A conversa íntima entre José Carlos Malato, apresentador português e apresentador de rádio e Tânia Ribas de Oliveira foi emocionante e surpreendente. Ele usou a entrevista como oportunidade para explicar suas verdadeiras emoções, seu passado e seu verdadeiro eu.

Delineou as coisas que aconteceram em cada etapa de sua vida, contrastando a forma como viveu sua vida antes e hoje. Carlos Malato sabia que não havia embaraço ou desapontamento em sua vida adulta. Ele sabia o seu verdadeiro significado e aceitou quem era.

A entrevista atraiu muitos comentários nas redes sociais. Muita gente ficou feliz por ele ter saído oficialmente e ter sido inspirado pela sua coragem e força, mas não se pode agradar a todos. Há alguns pensamentos negativos sobre a confissão de José Carlos Malato. Alguns deles zombaram dele online.

“O que ele é, poucos querem saber se ele trabalhou para o privado ainda menos, mas como estão as pessoas que pagam… Esta sanguessuga deveria ter ido dos guias para ele e querendo na RTP. É apenas travessura e má gestão”, comentou um netizen.

Tânia Ribas de Oliveira nunca se calou sobre tal ato depreciativo e defendeu Malato dos netizens espancadores e respondeu a essa observação.

“Pena que consegui que isso não fosse meu Instagram particular, que eu respondi literalmente”, ela respondeu mostrando sua indignação com as palavras do seguidor.

Naquela entrevista pessoal, o apresentador contou a base sólida que seus pais tinham, e foi por isso que ele teve uma infância maravilhosa e expressou como sua família o encorajou a ser um líder e a seguir seus sonhos. Ele também reconheceu que começou a se sentir estranho no final da adolescência porque gostava da companhia de uma mulher, e mais tarde percebeu que não estava se comportando como um menino normal.

“Desde o início do quinto ano fui excluído, discriminado, e isso era algo a que eu não estava acostumado porque eu era normalmente a jóia da coroa, os escolhidos, os queridos, o bonito, a família. ele gostava de mim, as pessoas gostavam de mim.

“Quando cheguei à idade adulta, comecei a perceber que, na verdade, era maricas.

Em vez de me fazer querer me mutilar ou me machucar porque não podia ou não podia ser, comecei a desenvolver um certo orgulho”, disse José Carlos Malato.

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